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	<title>Clube dos Desaposentados</title>
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	<description>PPA - Programa de Preparação para a Aposentadoria</description>
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		<title>Evento: Marinha -</title>
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		<pubDate>Wed, 23 May 2012 18:25:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clube dos Desaposentados</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nos dias 17 e 18 de maio foi realizado, no 1º Distrito Naval do RJ, o 1º curso de formação de multiplicadores de PPR &#8211; Programa de Preparação para a Reserva, para um grupo de 21 participantes, responsáveis pelo programa nas diversas unidades da Marinha. Parabéns à Marinha pela iniciativa do projeto, desenvolvido e coordenado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos dias 17 e 18 de maio foi realizado, no 1º Distrito Naval do RJ, o 1º curso de formação de multiplicadores de PPR &#8211; Programa de Preparação para a Reserva, para um grupo de 21 participantes, responsáveis pelo programa nas diversas unidades da Marinha. Parabéns à Marinha pela iniciativa do projeto, desenvolvido e coordenado pela Comandante Leila Davidson<a href="http://agirardi.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/CSC_0378.jpg"><img src="http://agirardi.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/CSC_0378-300x200.jpg" alt="" title="CSC_0378" width="300" height="200" class="alignnone size-medium wp-image-709" /></a> da  Diretoria de Assistência Social da Marinha.</p>
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		<title>Nova história&#8230; revista velha &#8211; Boletim nº 87 &#8211; Maio 2012</title>
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		<pubDate>Sun, 20 May 2012 23:14:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clube dos Desaposentados</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fechei a gaveta. Levantei-me e olhei a sala demoradamente. Eu já não lhe pertencia. Nem ela a mim. Faltavam dez para as cinco da tarde. Na parede, a folhinha lembrava o fim da primavera: segunda-feira, doze de dezembro de 2005. Fechei também a janela, tranquei a porta e saí para o sol. Lá fora, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fechei a gaveta. Levantei-me e olhei a sala demoradamente. Eu já não lhe pertencia. Nem ela a mim. Faltavam dez para as cinco da tarde. Na parede, a folhinha lembrava o fim da primavera: segunda-feira, doze de dezembro de 2005.</p>
<p>Fechei também a janela, tranquei a porta e saí para o sol. Lá fora, o mundo me esperava havia cerca de cinquenta anos. Do topo da escadaria, contemplei o céu, as nuvens, o horizonte&#8230; Vida, vida, cá estou pra te recomeçar. Saí de mãos vazias, caberia a elas, agora, construir o novo trajeto. Nenhum sentimento de perda, nenhuma tristeza. Apenas a leve percepção de dever cumprido e etapa vencida. Como se acabasse de ler e fechar o livro da minha própria existência.</p>
<p>Na manhã seguinte, virei a “folhinha” para um novo dia e pulei fora daquela história enfadonha de gente grande e sisuda. Caí feito fruto maduro entre as páginas de uma velha revista em quadrinhos com todas as figuras para serem escritas. Eu era o personagem central: um aposentado, ingressando finalmente no mundo de fantasias e liberdade com o qual toda criança sonhou um dia. </p>
<p>Em meu primeiro passeio pelas ruas pacatas de uma Cidadezinha qualquer, naquela história que eu deveria escrever, topei com um velho e simpático senhor debruçado na janela de uma das muitas casas sem eira, nem beira, nem jardins. Foi fácil reconhecer a figura, por demais conhecida e venerada: Carlos Drummond de Andrade. Nem mais, nem menos! Já sabia o que ele iria falar, mas antecipei-me e devolvi-lhe a própria pergunta que viria:</p>
<p>-  E agora, Drummond? A festa acabou&#8230; O que me diz? Vai ser gauche na vida?</p>
<p>Mas o meu respeitável amigo e sábio conselheiro rasgou em seu rosto um sorriso faceiro e indecifrável. Um sorriso que mostra a experiência de quem tem as respostas, de quem andou à frente pelos caminhos. E com o olhar perdido pelas calçadas e o sorriso ainda estampado à meia-boca, balbuciou:<br />
                                      Casas entre bananeiras<br />
                                   mulheres entre laranjeiras<br />
                                         pomar amor cantar.<br />
                                      Um homem vai devagar.<br />
                                    Um cachorro vai devagar.<br />
                                  Um burro vai devagar.<br />
                               Devagar&#8230; as janelas olham</em>.</p>
<p>Mas antes que ele pudesse concluir seu próprio poema, eu me antecipei, novamente:<br />
                                       Eta vida besta, meu Deus!</p>
<p>Que estranho recomeço: quem me mostrou a terça-feira 13 – meu primeiro dia de vida – não foi a antiquada folhinha da parede, mas um moderníssimo tablet: ao invés dos meus balões e bolinhas de gude renasci maduro, numa era de alta tecnologia, aos moldes de “O estranho caso de Benjamin Button”. Não mais calças curtas, mas bermudas; não mais descalço, mas tênis ou chinelos; não mais camisas confeccionadas com carinho pela Dona Helena, mas camisetas estampadas e coloridas. Cadê as outras crianças, o Lula, o Dindinho, a Marli, a Ema, o Toio, o Jujuba? Provavelmente escondidos por trás das barrigas avantajadas, bigodes cerrados, cabelos ralos e retintos&#8230; E eu, que dizer de mim? Deixemos pra lá! Afinal, àquelas alturas eu era uma criança recém-nascida, tentando aprender os primeiros passos e caminhos pelos quais não me atrevi em minhas escolhas infantis. Tive a certeza de que o meu caro Drummond havia sutilmente escancarado a visão daqueles que observam a vida de dentro de seus aposentos. De qualquer forma, aquele não era o meu caso, eu havia assumido um compromisso comigo mesmo quando criança. Agora não haveria de decepcionar a mim mesmo. Muito menos aquela criança crédula e paciente que soubera esperar décadas e décadas, na certeza de que eu haveria de cumprir minhas promessas.</p>
<p>Os primeiros tempos foram cruéis: o desligamento do sobrenome da Empresa, a autoaceitação da condição de aposentado e a própria escolha e definição dos projetos futuros. Percebi que as escolhas nessa fase da infância “buttônica” são igualmente difíceis. Se antes tivemos menos opções e muitas restrições, agora o quadro se inverte e o fator tempo se agiganta. Em minha experiência pessoal, percebi que a vida não é movida a perguntas e respostas, mas por insights e percepções; é feita de uma sequência de oportunidades e escolhas – múltiplas escolhas – cujo resultado final é você, somos nós. Entendo hoje que a grande limitação sempre esteve vinculada ao autoconhecimento ou desconhecimento. Como posso entender o que é bom pra mim se não sei exatamente quem eu sou? Quando experimento uma fruta diferente, só depois de degustá-la é que posso concluir se é boa ou não. Mas quando se decide, aos dezesseis anos, estudar agronomia ou mecânica&#8230; Fruta? Joga-se fora, se ruim. Mas&#8230; carreira? Não se pode jogar pelos caminhos a casca dourada e inútil das horas, como queria Quintana; pode ser tarde demais para ser reprovado&#8230;</p>
<p>E foi nessa “reencadernação” que me propus a seguir os passos do autoconhecimento. Passos gratificantes, imprescindíveis, inadiáveis e altamente compensadores. Esse deveria ter sido o papel prioritário da família, da igreja e da escola. E não foi por falta de avisos: “Conhece-te a ti mesmo” parece ter sido a inspiração para a filosofia de Sócrates. A partir desses alicerces socráticos, fui descobrindo minhas múltiplas facetas como se eu próprio fosse toda uma família. Uma família feliz, integrada, ciente cada vez mais de suas qualidades e limitações. Com esse entendimento, fomos nos acertando e distribuindo atividades e tarefas: para o poeta, para o músico, para o filósofo, para o físico, para o professor, para o radialista, para o pesquisador. Tarefas para todos, cada qual fazendo o que sabe e gosta. As horas de lazer, deixamos para o preguiçoso que até disso reclama. Mas é um bom sujeito! Vive cantando uma só canção, do Toquinho e Vinícius:<br />
                                                     E lá vou eu&#8230;<br />
                                                  Paro aqui, paro acolá.<br />
                                                     E lá vou eu&#8230;<br />
                                                  Como é duro trabalhar.</p>
<p>E assim, do seio desta família fictícia, inverossímil e, não obstante, tão real como eu mesmo sou, aos dois anos e oito meses (às 8:08 horas do dia 8/8/08) nasceu a Via Láctea Fm (www.vialactea.fm), um projeto destinado a pesquisar, resgatar, divulgar e incentivar a composição de músicas e versos de boa qualidade, com ênfase para a MPB. Aos seis anos de idade, nossa “equipe” lançou “As Orelhas do papel – Versos e reflexões”, um livro composto de poesias, letras de canções, contos e reflexões escritos ao longo da vida – quando ainda nem nos conhecíamos &#8211; numa tentativa de transmitir a experiência acumulada ao longo dos tempos. Essa foi a experiência mais feliz e enriquecedora: ao reviver e analisar as passagens marcantes, revivi-as com olhos adultos e mente mais aguçada e analítica. O inusitado, para mim, foi que, ao tentar fazer com que outras pessoas aprendessem com minhas experiências, erros e acertos, o grande aprendiz fui eu mesmo, mais uma vez. Ensinem para aprender! Faz algum sentido para você? Para mim, faz.</p>
<p>Novos passos estão pela frente. Já percorri décadas de estradas, agora quero as décadas de atalhos que deixei para trás. Sei que virão novos personagens e terei que atribuir-lhes novas tarefas. Eu já os aguardo com ansiedade, carinho e braços abertos. Como é bom aprender-se e gostar-se! A vida toda procurei entender o mundo olhando-o pela janela e segui caminhos que me apontaram. Não sabia que estava cometendo o erro mais elementar: o mundo é uma grande metamorfose, depende de quem o olha. Se quem o olha é o poeta, o mundo é o poema da criação; se o físico, uma complexa fórmula gravitacional; se o saudosista, uma belíssima sequência do que se foi. Se somos vários, temos que saber com que olhos o vemos: olhos de tristeza, de alegria, de entusiamo ou&#8230; fechados. É uma outra percepção! Mas se não soubermos observá-lo, o mundo será sempre uma quimérica ilusão de ótica. Salve Sócrates: “Conhece-te a ti mesmo!”. Mas olhando pra dentro, como aconselha Paulinho Nogueira, e não pelas janelas e peitoris:<br />
                                      &#8230; E, logo de manhã,<br />
                                   Olhar bem dentro de você,<br />
                                      Nas coisas como você vê,<br />
                                    Duvidar então do que querem<br />
                                 Fazer você olhar, fazer você ouvir,<br />
                                       Fazer você pensar&#8230;<br />
                              (Versos de Simplesmente, de Paulinho Nogueira)</p>
<p>José Carlos Duarte Pereira<br />
jcdpereira@uol.com.br</p>
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		<title>Reféns da personalidade – Boletim nº 86 – Maio 2012</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 01:07:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clube dos Desaposentados</dc:creator>
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		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento Interpessoal]]></category>
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		<description><![CDATA[Olhando atualmente as relações tanto do homem quanto da mulher sob o prisma do Eneagrama, percebe-se, claramente, o quanto eles estão reféns de suas personalidades. Isso acontece porque a sociedade atual convida, condiciona, exige e cobra do homem e da mulher um desempenho profissional, social, e consequentemente familiar, de viver focado inteiramente para o externo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olhando atualmente as relações tanto do homem quanto da mulher sob o prisma do Eneagrama, percebe-se, claramente, o quanto eles estão reféns de suas personalidades.</p>
<p>Isso acontece porque a sociedade atual convida, condiciona, exige e cobra do homem e da mulher um desempenho profissional, social, e consequentemente familiar, de viver focado inteiramente para o externo, na busca de atingir os objetivos propostos que sempre são de ser o melhor, produzir mais, consumir mais, ter o mais belo corpo, etc.</p>
<p>Entramos num círculo vicioso, não percebemos o quanto estamos cada vez mais distante de nós mesmos. Como consequência, acabamos tendo relações afetivas muito superficiais, pois são a partir do ego, que estamos sempre a nos exigir mais satisfação pessoal e o outro fica em segundo plano. Então vemos casamentos frágeis que se desfazem a qualquer momento; filhos com pouco e/ou quase nenhum convívio familiar. E para suprir suas carências afetivas são cobertos de presentes e poucos limites ou, às vezes, nenhum, com medo de se perder o amor deles.</p>
<p>Dentro dessas relações vemos como os tipos de personalidade desempenham os seus papéis. Uns comandam, apossam-se e são agressivos nos seus comportamentos. Outros se fecham em seus medos, cede o seu espaço e acabam se submetendo para evitar conflitos. Há os que adulam, tentam comprar amor, têm o melhor desempenho para agradar o outro, seja nas relações pessoais ou profissionais, adequando-se para serem aceitos.</p>
<p>É importante ressaltar que todos esses comportamentos são inconscientes e, não porque a pessoa é má, medrosa, acomodada e tantos outros rótulos que são dados. Ela é, na realidade, resultado da prisão na personalidade, mostrando as formas como aprendeu a lidar com a vida para se defender lá na infância e assim sobreviver.</p>
<p>Só que todos esses comportamentos com o tempo, já não satisfazem e tornam a pessoa prisioneira de reações que já não gostaria de ter, mas não sabe como livrar-se delas. Algumas ficam deprimidas, outras abandonam tudo porque já não conseguem responder as demandas que lhe são feitas. Na realidade, ficam sem chão e sem respostas porque estão distantes do seu Eu Verdadeiro, aquele ao qual foi chamada a ser.</p>
<p>Oxalá, as pessoas descubram há tempo que existem outros caminhos que ajudam a viver com mais consciência, deixando de lado os comportamentos automáticos, para que caminhem como senhores de sua vida e não reféns de condicionamentos.</p>
<p>O Eneagrama é um dos instrumentos de autoconhecimento que ajuda neste processo, porque mostra onde a pessoa está na personalidade, mas, propõe um caminho a ser percorrido para desenvolver as suas qualidades da Essência.</p>
<p>Se você está em busca de um caminho, vale a pena conhecê-lo.</p>
<p>Maria Helena Oliveira Cardoso<br />
Pedagoga e instrutora do Eneagrama</p>
<p>Obs.:O VI Congresso Brasileiro de Eneagrama, promovido pela Associação Brasileira de Eneagrama – IEA Brasil, será realizado em Curitiba, no período de 24 a 27 de maio. Inscrições e informações no site: www.ieabrasil.com.</p>
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		<title>Evento: COHAPAR</title>
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		<pubDate>Wed, 02 May 2012 12:53:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clube dos Desaposentados</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;APOSENTADORIA:Uma Nova Etapa de Vida&#8221; foi o título da palestra ministrada em 23/04/2012 aos colaboradores da Cohapar que estão aposentados ou em fase de preparação para a aposentadoria. Parabéns á Cohapar pela iniciativa.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;APOSENTADORIA:Uma Nova Etapa de Vida&#8221; foi o título da palestra ministrada em 23/04/2012 <a href="http://agirardi.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/Cohapar-2.jpg"><img src="http://agirardi.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/Cohapar-2-300x214.jpg" alt="" title="23.04 - PDV" width="300" height="214" class="alignnone size-medium wp-image-693" /></a>aos colaboradores da Cohapar que estão aposentados ou em fase de preparação para a aposentadoria. Parabéns á Cohapar pela iniciativa.</p>
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		<title>O Resgate da Identidade Pessoal – 3º passo na transição para a aposentadoria – Boletim nº 85</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 11:52:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clube dos Desaposentados</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um dos passos fundamentais na transição do mundo do trabalho formal para a aposentadoria plena é resgatar a identidade pessoal. Nesse processo, o aposentado precisa também fazer uma descontaminação mental. No mundo corporativo temos de literalmente colocar várias máscaras, independentemente de posição hierárquica. Claro que na vida íntima a gente por vezes tem de usar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos passos fundamentais na transição do mundo do trabalho formal para a aposentadoria plena é resgatar a identidade pessoal. Nesse processo, o aposentado precisa também fazer uma descontaminação mental. No mundo corporativo temos de literalmente colocar várias máscaras, independentemente de posição hierárquica. Claro que na vida íntima a gente por vezes tem de usar algumas máscaras, dependendo da situação, mas no meio profissional tais “adereços” são supervalorizados e até incentivados, com a ressalva de que podem deixar marcas profundas e permanentes na personalidade. Afinal, no mundo dos negócios, a pessoa é avaliada pelo que aparenta ser e não necessariamente pelo que é. </p>
<p>Seria ingenuidade minha afirmar que isso não existe. Ocorre que, ao se aposentar, muitas pessoas não conseguem se desvencilhar facilmente dessas máscaras, que as levaram a incorporar a identidade profissional/organização em detrimento da autêntica identificação pessoal. Esse pode ser um fato restritivo no processo de busca da aposentadoria plena.</p>
<p>Outra consequência dos anos de trabalho é a perda da autonomia, mais especificamente no que se refere aos aspectos ligados à iniciativa própria e ao poder criativo, uma vez que a pessoa foi de certa maneira “formatada” conforme os interesses e demandas de sua atividade profissional.</p>
<p>Afinal, é o trabalho que organiza a atividade humana, pois absorve uma quantidade de tempo muitas vezes desproporcional durante a maior parte da vida das pessoas e, na perspectiva psicológica, é uma afirmação da autoestima e função perante a sociedade. Para muitos o trabalho constitui o significado de suas vidas. As atividades profissionais, familiares, o lazer, os horários e toda agenda de compromissos é definida a partir das exigências do trabalho. Na verdade, a profissão, o trabalho e os compromissos decorrentes são os meios de fazer as pessoas se sentirem inseridas na sociedade produtiva e de consumo. Os colegas de trabalho são uma rede social instantânea. Dessa forma, podemos afirmar de que a estrutura e rotinas do trabalho modelam e controlam as nossas vidas. O término do trabalho acarreta a perda da identidade profissional e ao se aposentarem as pessoas perdem seu ponto de referência.</p>
<p>Muitas pessoas passam pela vida valorizando uma série de coisas e se esquecem de sua essência. É preciso uma viagem para dentro de si mesmo para retomar o caminho de nossa verdadeira identidade.  É como o “filho pródigo”, que primeiro pensa que a vida é desfrutar de aparentes alegrias, mas quando se dá conta, sente a amargura de ter se afastado de si e redescobre a casa do pai, onde é acolhido com alegria e se sente feliz.</p>
<p>O resgate da identidade pessoal nos leva a um encontro com nós mesmos, com nossa autenticidade. A aposentadoria surge como a grande oportunidade de fazer esse resgate, pois, assim como as águias o homem estará diante de duas alternativas: aposentar-se do trabalho e da vida ou, então, enfrentar um processo de renovação e transformação, só que nesse caso também interior, já que possuímos a capacidade de pensar.<br />
Precisamos nos conscientizar de que, apesar da aposentadoria, a vida continua e temos todo o segundo tempo pela frente. Com os avanços da medicina, a expectativa de vida aumentou e, com ela, a qualidade de se viver.</p>
<p>Na maioria das vezes, em virtude de vivermos nesta sociedade altamente competitiva e consumista, que valoriza o belo e o jovial, é dada extrema importância aos aspectos estéticos, relegando-se a um segundo plano o lado interior de cada ser.</p>
<p>Nesses tempos modernos, as mulheres e, agora, significativa parcela dos homens passaram a dispor de avançadas técnicas médicas e cosméticas de rejuvenescimento facial e corporal – o que implica dizer mudanças apenas na casca, não necessariamente na cabeça, isto é: nos hábitos de vida e na maneira de pensar e agir. Isso só pode ser alcançado a partir de um determinado esforço de autoconhecimento e entrega espiritual.</p>
<p>Mas, convenhamos: de nada adianta essa nova roupagem se o essencial continuar inalterado: o jeito de pensar e agir. E é justamente quando se aproxima a hora da aposentadoria que nos damos conta da importância de se promover também mudanças na maneira de enxergarmos a vida e nos prepararmos para essa nova etapa que está batendo às portas dos nossos corações e almas.</p>
<p>Dentro desse processo de transformação pessoal, objetivando sua saúde física e mental nessa fase de transição do mundo corporativo para um universo mais holístico, julgo relevante você também se questionar a respeito de seus novos desafios pessoais, despertando para o prazer de fazer o que gosta.</p>
<p>Portanto, aproveite a aposentadoria para resgatar a si mesmo como um indivíduo único e insubstituível e deixe, gradativamente, o mundo corporativo na busca de um universo mais individualizado, personalizado e empreendedor. Resgate seu sobrenome, mude seu cartão de visitas e não perca mais sua identidade pessoal.</p>
<p>Que Deus o(a) proteja junto a seus familiares.</p>
<p>Um fraternal abraço e até o próximo artigo,</p>
<p>Armelino Girardi </p>
<p>Para reflexão: Preparar as pessoas para a aposentadoria também é sustentabilidade. Mais informações no site www.desaposentado.com.br </p>
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		<title>Evento: Receita Federal do Brasil</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Apr 2012 00:59:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clube dos Desaposentados</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Parabéns à Receita Federal do Brasil por mais um evento voltado à preparação de seus servidores para a aposentadoria. Foi o 4º evento, realizado desta vez em Curitiba, para servidores de Curitiba, Ponta Grossa, Maringá, Cascavel, Foz do Iguaçu, Joinvile, Lages e Florianópolis. O PPA &#8211; Programa de Pré Aposentadoria, curso de 16 horas, foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Parabéns à Receita Federal do Brasil por mais um evento voltado à preparação de seus servidores para a aposentadoria. Foi o  4º evento, realizado desta vez em Curitiba, para <a href="http://agirardi.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/4-PPA-Ctba-d.jpg"><img src="http://agirardi.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/4-PPA-Ctba-d-300x200.jpg" alt="" title="4 - PPA Ctba d" width="300" height="200" class="alignnone size-medium wp-image-682" /></a>servidores de Curitiba, Ponta Grossa, Maringá, Cascavel, Foz do Iguaçu, Joinvile, Lages e Florianópolis. O PPA &#8211; Programa de Pré Aposentadoria, curso de 16 horas, foi realizado em 19 e 20 de abril.</p>
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		<title>A aposentadoria em múltiplas perspectivas &#8211; Boletim nº 84</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Apr 2012 11:28:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clube dos Desaposentados</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[aposentadoria ativa]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso de aposentadoria]]></category>
		<category><![CDATA[PPA]]></category>
		<category><![CDATA[Preparação para a aposentadoria]]></category>

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		<description><![CDATA[A aposentadoria é um evento que conserva, em muitos aspectos, as características atribuídas por nossos antepassados e por aqueles que, em décadas nem tanto remotas, desvincularam-se das atividades rotineiras de trabalho ou encerraram uma carreira. Do passado, repercutem os estereótipos que persistem no contexto social e ainda sujeitam os aposentados ou aposentandos menos alertas ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A aposentadoria é um evento que conserva, em muitos aspectos, as características atribuídas por nossos antepassados e por aqueles que, em décadas nem tanto remotas, desvincularam-se das atividades rotineiras de trabalho ou encerraram uma carreira. Do passado, repercutem os estereótipos que persistem no contexto social e ainda sujeitam os aposentados ou aposentandos menos alertas ou conscientes das novas possibilidades que decorrem das reconfigurações dos tempos recentes. </p>
<p>Os estigmas associados ao longo do tempo a este importante momento da vida continuam afetando negativamente, para muitas pessoas, seus modos de perceber a aposentadoria. Contudo, as mudanças do mundo nas últimas décadas tanto afetam as atividades e os locais de trabalho, como implicam em claras transformações no modo como as pessoas estão se relacionando e usufruindo seu tempo – no melhor sentido da palavra usufruir. Tais reconfigurações colocam em pauta revisões emergentes nos estudos, nas intervenções e no próprio modo de viver a aposentadoria.</p>
<p>Se aposentadoria é mudança e se não há mudança sem algum nível de estresse, a consequência lógica é que em alguma medida o fenômeno atinge quem passa por ele. O foco deve ser colocado em como se passa por ele. Quero dizer que diferentes pessoas têm diferentes percepções do que é um estressor, se é que a pessoa percebe a aposentadoria como estressora ou um conjunto de estressores. Mais do que isso, pode-se aprender com qualquer passagem na vida, mesmo quando tensões são inerentes à vivência. Sabe-se muito bem que mudanças trazem em si potencialidades para replanejamentos e recomeços.</p>
<p>Quando bem vivido, o estresse pode ser um ativador de descobertas e de aproveitamento das competências pessoais que foram acumuladas. Em contrapartida, quando a pessoa não desenvolveu recursos suficientes de enfrentamento, pode resultar em um processo negativo, no sentido de que inibe ou constrange alternativas saudáveis. Abre portas para manifestações desagradáveis ou nefastas, tanto para quem está na transição, ou em etapas posteriores, como para seus familiares, amigos e outras pessoas.</p>
<p>Uma situação ou um momento de vida é um conjunto de contingências ou circunstâncias que, para alguns, são percebidas como rotineiras, comuns ou até prazerosas. Para outros, os mesmos estímulos ou eventos são percebidos como preocupantes ou ameaçadores. Em outras palavras, muitas vezes, de forma pouco consciente ou não consciente, a pessoa percebe na situação uma demanda que vai além dos recursos que ela imagina possuir. Ou seja, a resposta aos estressores – relembremos que não há vida sem estresse – varia de pessoa a pessoa. Considerar algo ou uma situação estressora, no sentido de uma ameaça, depende da maneira como ela interpreta a relação entre as exigências e os recursos (competências) disponíveis. Com isso, não quero dizer que algumas situações deixem de ser objetivamente ameaçadoras, como, por exemplo, ser acometido por uma doença severa. Mesmo assim, alguns transitam por tal eventualidade de forma mais positiva do que outros.</p>
<p>Argumento, portanto, que a transição para aposentadoria é antecipada mentalmente (pré-ocupação) por aqueles que estão prestes a se retirar de uma carreira, ou mesmo bem antes, como um evento estressor, no sentido negativo do termo, como é largamente compreendido. O processo depende, em grande parte, de fatores cognitivos. Ou seja, de como a pessoa percebe e avalia o que virá. Quanto a isso, há evidências de que muitos desconhecem as possibilidades de ações de continuidade, outros distorcem a realidade (incluindo aqui os exageros dos otimistas em excesso ou dos pessimistas) e também os que desconhecem as próprias competências, desenvolvidas ao longo de décadas de vida.</p>
<p>Uma miríade de possibilidades se abre, cada vez mais, para as pessoas nesta fase da vida. Depende, está comprovado, das elaborações cognitivas, do controle emocional e das condições de continuidade de cada um. Uma dessas condições, é inegável, diz respeito ao controle financeiro e escolhas que foram e que serão feitas pelo aposentado, cônjuge e seus familiares. A boa notícia é que tais controles podem ser aprendidos. E não somente os financeiros. </p>
<p>Estes assuntos serão debatidos por estudiosos e profissionais qualificados, que têm se dedicado especialmente aos processos pertinentes a este momento de transição, em Florianópolis, nos dias 19, 20 e 21/7/2012, no II Congresso Brasileiro de Orientação para Aposentadoria nas Organizações.</p>
<p>Entre outras temáticas, o Congresso tratará do estresse na transição para aposentadoria: instrumentos e procedimentos práticos de prevenção e controle; pós-carreira, quadros de futuro e felicidade nos espaços de vida; técnicas e procedimentos para um programa de orientação para aposentadoria; psicologia econômica, arquitetura de escolha e planos de pensão; atividade física e exercício físico na aposentadoria; pontos críticos na aposentadoria e estratégias de solução; passo a passo para implantação de um programa de aposentadoria com sucesso; emoções, espiritualidade e relacionamentos sociais na aposentadoria; processos psicossociais de transição-adaptação à aposentadoria; a aposentadoria: um acontecimento, diversas interpretações; escolhemos sempre o que é melhor para nós? &#8211; psicologia econômica e decisões sobre aposentadoria; relatos de práticas de programas de orientação para aposentadoria; relacionamentos familiares e convívio intergeracional na aposentadoria; aspectos legais da aposentadoria e suas implicações psicossociais; pós-carreira: um mundo de possibilidades; assédio moral e aposentadoria.</p>
<p>Para mais informações, acesse: http://www.aposentadoria2012.com.br/</p>
<p>Dr. José Carlos Zanelli<br />
jczanelli@terra.com.br</p>
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		<title>Evento: Ministério da Fazenda</title>
		<link>http://agirardi.com.br/blog/?p=632</link>
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		<pubDate>Tue, 03 Apr 2012 19:54:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clube dos Desaposentados</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[2º Tempo da Vida]]></category>
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		<category><![CDATA[PPA]]></category>
		<category><![CDATA[Preparando para a Aposentadoria]]></category>
		<category><![CDATA[Programa de Pré Aposentadoria]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto de Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Qualidade de Vida]]></category>

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		<description><![CDATA[O Ministério da Fazenda também se sensibilizou para a importância de preparar seus servidores mais experientes para a aposentadoria com a palestra &#8220;Aposentadoria: Uma Nova Etapa de Vida&#8221; ministrada em 29/03/2012 em Curitiba. Parabéns ao MF pela iniciativa que prova o reconhecimento e agradecimento pelos anos de serviços dedicados à Entidade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://agirardi.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/IMG_9922.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-635" title="IMG_9922" src="http://agirardi.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/IMG_9922-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>O Ministério da Fazenda também se sensibilizou para a importância de preparar seus servidores mais experientes para a aposentadoria com a palestra &#8220;Aposentadoria: Uma Nova Etapa de Vida&#8221; ministrada em 29/03/2012 em Curitiba. Parabéns ao MF pela iniciativa que prova o reconhecimento e agradecimento pelos anos de serviços dedicados à Entidade.</p>
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		<title>Atitude positiva – 2º passo na transição para a aposentadoria – Boletim nº 83</title>
		<link>http://agirardi.com.br/blog/?p=619</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Mar 2012 13:09:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clube dos Desaposentados</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[aposentadoria ativa]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[PPA - Programa de Pré Aposentadoria]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto de Vida]]></category>

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		<description><![CDATA[O homem, muitas vezes, chega à idade da aposentadoria sentindo-se cansado, esgotado e no limite de suas forças físicas e mentais. E, o é pior ainda: chega com baixa auto-estima e forte tendência a se acomodar ou a se limitar a uma rotina enfadonha e repetitiva, achando que isso vai compensar os “árduos” anos de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O homem, muitas vezes, chega à idade da aposentadoria sentindo-se cansado, esgotado e no limite de suas forças físicas e mentais. E, o é pior ainda: chega com baixa auto-estima e forte tendência a se acomodar ou a se limitar a uma rotina enfadonha e repetitiva, achando que isso vai compensar os “árduos” anos de trabalho.</p>
<p>Para alguns, a aposentadoria surge de forma abrupta e representa uma perda  momentânea dos horizontes da vida e de autoestima. Nessa situação, é a atitude que pode fazer toda a diferença. De nada adianta ficar sonhando com uma possível prorrogação do 1º tempo, se ele já terminou. É preciso encarar o fato como consumado e ponto final. Se você conseguir transcender ao aspecto puramente material e financeiro que isso implica, numa visão mais espiritual e holística, a tendência é superar mais rápida e facilmente a situação.</p>
<p>Para outros a aposentadoria surge como algo planejado, como se fosse um prêmio, e fazem a transição mais tranquila.</p>
<p>A tendência, ao se aposentar, é recolher-se aos seus aposentos caseiros, o que pode gerar uma acomodação. Cuidado, esse é o problema. No começo tudo são flores, depois os dias começam a ficarem mais longos, as noites idem, e daí surge um sentimento de inatividade, inutilidade, vazio e solidão.</p>
<p>Buscar novos interesses, novas atividades e ocupações é o desafio que surge para todos. Alguns para complementar sua renda e outros para ocupar seu tempo. E aí uma questão precisa ser considerada.</p>
<p>Enquanto profissional e fazendo parte de uma equipe as pessoas são, de certa forma conduzidas, tem chefias que as orientam e supervisionam, estabelecem desafios e metas e cabe a elas cumprir de acordo com o estabelecido. Ao se aposentar, cada um precisa ser o mentor intelectual da nova atividade/ocupação, viabilizá-la, buscando dentro dele mesmo a energia necessária para colocá-la em prática. E é esse, justamente, um dos pontos críticos na aposentadoria, pois muitos tem dificuldades de empreender e viver sem o respaldo da organização.</p>
<p>Uma atitude positiva poderá fazer toda a diferença. É preciso encarar a aposentadoria como um recomeço, uma dádiva que o Criador está concedendo. Ver esse momento como uma nova oportunidade e não como fim do caminho.</p>
<p>Adotar uma atitude inovadora, motivante e criativa é fundamental para se descobrir a si mesmo e encarar as novas realidades disponíveis que melhoram a qualidade e a intensidade da própria vida.</p>
<p>Portanto, foque o positivo e aja com entusiasmo em toda e qualquer situação de sua vida. Pensamentos positivos levam a ações positivas, felicidade atrai felicidade, sucesso atrai mais sucesso. Tenha competência técnica e coloque paixão naquilo que fizer. Dificuldades e contrariedades podem ser vistas de duas formas, como obstáculos que nos fazem parar e jogam nossa motivação ao seu estado mínimo, ou como desafios a serem superados e que elevam nossa motivação ao seu grau máximo de criatividade.</p>
<p>Que Deus o (a) proteja junto a seus familiares</p>
<p>Um fraternal abraço e até o próximo artigo,</p>
<p>Armelino Girardi</p>
<p>Palestrante e consultor em desenvolvimento de pessoas e autor do livro Des<em>aposentado melhor agora</em>, além de criador<br />
e mantenedor do Clube dos Desaposentados – <a href="http://www.desaposentado.com.br">www.desaposentado.com.br</a></p>
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		<title>Evento: FEAPESC</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Mar 2012 20:28:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clube dos Desaposentados</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Aposentadoria]]></category>
		<category><![CDATA[Associações de Aposentados]]></category>
		<category><![CDATA[PPA]]></category>
		<category><![CDATA[Preparando para a Aposentadoria]]></category>
		<category><![CDATA[Programa de Preparação para a Aposentadoria]]></category>
		<category><![CDATA[Resgate da aposentadoria]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia 20/03/2012 participei da Assembléia Geral Ordinária da FEAPESC em Rio Negrinho, SC, com a palestra &#8220;Aposentadoria: Uma Nova Etapa de Vida&#8221;. O interesse, participação e interação do grupo de mais de 80 participantes foi excelente. Ao final do evento e já na hora da despedida, um depoimento de uma senhora me emocionou  ao afirmar&#8221;Agora [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 20/03/2012 participei da Assembléia Geral Ordinária da FEAPESC em Rio Negrinho, SC, com a palestra &#8220;Aposentadoria: Uma Nova Etapa de Vida&#8221;. O interesse, participação e interação do grupo de mais de 80 participantes foi excelente. Ao final do evento e já na hora da despedida, um depoimento de uma senhora me emocionou  ao afirmar&#8221;Agora vou começar a viver&#8230;pois até agora vivi para os netos&#8221;. Parabéns à diretoria da<a href="http://agirardi.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/03/DSC03864.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-592" title="DSC03864" src="http://agirardi.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/03/DSC03864-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><a href="http://agirardi.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/03/DSC03759.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-593" title="DSC03759" src="http://agirardi.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/03/DSC03759-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a> FEAPESC pelo esforço em prol de seus associados, procurando resgatar a dignidade da aposentadoria.</p>
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